
Transparência radical
Primeiro abrimos os dados, depois condicionamos o dinheiro.
Só haverá pele em jogo com orçamento por resultados, e só construiremos boas métricas com transparência radical. A Lei de Acesso à Informação permitiu ver a ponta do iceberg, mas os órgãos dificultam de propósito o acesso aos dados organizados, sem API, dado aberto vira PDF tecnicamente publicado e praticamente inútil. Taiwan mostrou a ordem certa: primeiro abrimos os dados, depois condicionamos o dinheiro. Santa Catarina já fez isso no ICMS Educação, com painel público e um bilhão de reais condicionado a resultado.
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