Conduziu a sessão que cedeu quase metade do horário político ao Executivo e depois virou embate com ele. Cedeu o próprio tempo à apresentação da PPP e, em fala da mesa, destacou o governo itinerante na Grande Quarta Linha e o início da pavimentação da SD 370.
Deu a informação que mudou o debate da noite: como assistente social de formação, afirmou que lei nacional exige que o Centro Pop e a Casa de Passagem fiquem em local de fácil acesso ao usuário, o que inviabilizaria a transferência para o Capão Bonito. Prometeu trazer o número da lei no dia seguinte. Teve aprovado o requerimento 485/2026, sobre lombadas na Rodovia João Sirimbelli, e relatou na CCJ a cessão de uso à associação do Recanto Verde.
Foi o mais duro na reação à informação de Gorete: falou em “ineficiência” e “incompetência” do Executivo por encaminhar o projeto sem checar a lei, e disse que a mudança “fez todo mundo de palhaço”. Antes, no horário político, dedicou o tempo à convenção estadual e ao alerta contra um eventual segundo turno. Propôs que a bancada leve o pedido do posto policial pessoalmente ao comando da PM em Florianópolis.
Autor dos três requerimentos que organizaram a noite: cronograma do Centro Pop, posto da Polícia Militar e revitalização da Praça Antônio de Assis Gonçalves. Todos aprovados por unanimidade. Mostrou as fotos da casa de uma moradora furtada no fim de semana e anunciou que entraria na semana seguinte com requerimento sobre internações involuntárias.
Disse da tribuna que o secretário de Governança foi levado ao plenário “para ser queimado” pela disputa interna do governo. Leu a matéria de dezembro que contradiz a versão apresentada sobre o Centro Pop. Protocolou seis requerimentos, entre eles os que pedem a lista de habite-se das escolas e unidades de saúde municipais e o balanço dos projetos de retrofit aprovados desde 2025.
Fez a mea-culpa pública pelo pacote de 17 projetos aprovado em dezembro e avisou que não deixará repetir. Cobrou a gratificação dos servidores da atenção primária: a lei foi aprovada em 19 de dezembro de 2025, virou decreto só em 30 de março e o pagamento do quadrimestre encerrado em abril ainda não saiu. Presidiu a Comissão de Saúde e participou das comissões de Educação e de Constituição e Justiça.
Apoiou o requerimento do posto policial ligando a presença de usuários no bairro à presença de fornecedores por perto, e perguntou se a base será contêiner ou alvenaria. Defendeu a continuidade das internações involuntárias. Pediu congratulações à equipe de voluntários da 14ª Feijoada Mágica, no salão paroquial de Santa Bárbara.
Fez a pergunta mais técnica da apresentação da PPP: como o município se protege se a energia encarecer ou a arrecadação cair, com 46% da disponibilidade vinculada comprometida por 25 anos. No debate do Pinheirinho, separou o que é assistência social, o que é saúde e o que é segurança pública. Teve aprovados os requerimentos sobre esporotricose e sobre a passagem de fauna na SC-108.
Trouxe à apresentação da PPP a memória do contrato do cemitério assinado em 1998, no governo Paulo Meller, para perguntar se o novo contrato de 25 anos está amarrado o suficiente para permitir a rescisão caso o concessionário não entregue. Justificou ausência na Comissão de Constituição e Justiça, e por isso o PL 77/2026, do qual é relator, ficou mais uma semana sem parecer.
Perguntou ao secretário como o governo chegou ao prazo de 25 anos num setor em que a tecnologia muda todo mês. Na Comissão de Constituição e Justiça foi relator de duas matérias: a correção de metragem do PE 39/2026 e a alteração de zoneamento do PLC-EXE 13/2026. Indicou a conversão de lajota para asfalto em três ruas do Santa Luzia.
Não subiu à tribuna. Usou questão de ordem no início da sessão para incluir na Ordem do Dia o PE 36/2026, que amplia o prazo do Refis, e viu os seis projetos do Executivo passarem por unanimidade. Presidiu a Comissão de Constituição e Justiça e relatou a alteração de zoneamento na Comissão de Saúde.
Teve duas leis aprovadas no mesmo dia: as diretrizes para atividades culturais audiovisuais em espaços públicos e a campanha “Eu Freio para Animais”. Protocolou nove indicações e quatro requerimentos, quase todos sobre bocas de lobo, sinalização e pavimentação — do Santa Augusta ao Pinheirinho. Também cobrou a instalação das placas de “Ambiente Silencioso” pedidas há dois meses.
Teve dois requerimentos aprovados por unanimidade: um sobre projeto de limpeza e desassoreamento dos rios e córregos da região da Quarta Linha, outro sobre as condições da Rodovia Luiz Rosso. Indicou o nivelamento do pavimento na Rua das Acácias, no Jardim das Paineiras.
Cedeu o tempo do horário político para a apresentação da PPP e não usou a tribuna. Presente às comissões de Educação e de Saúde.
Consta com ausência justificada no plenário: retirou-se durante a sessão por questão de ordem amparada no artigo 99. Antes, presidiu a Comissão de Educação, que aprovou o zoneamento do PLC-EXE 12/2026. Cedeu seu tempo do horário político à apresentação da PPP.
Ausência justificada, lida no expediente. Mesmo ausente, teve o PL 85/2026 protocolado em seu nome no expediente do dia.
Havia cedido seu tempo do horário político à apresentação da PPP e retirou-se por questão de ordem na abertura do grande expediente, o que consta no portal como ausência justificada.