Teve o primeiro requerimento rejeitado do ano, sobre uma rodovia que fica em Içara, e não conseguiu emplacar a correção que trocaria a via por duas de Criciúma. Assumiu o erro da tribuna e disse que a prefeita vizinha se comprometeu a resolver o trecho. Aprovou outros dois requerimentos: um sobre a demora da vigilância sanitária em liberar alvarás de clínicas e empresas, outro sobre um tele-entulho na calçada da Rua Osvaldo Hulse.
Fez o discurso que orientou a base a derrubar o requerimento da Jorge Zanatta e apresentou os dois processos de asfalto parados no estado: Antônio Daros, R$ 6,2 milhões, e Otávio da Sole, R$ 11,1 milhões. Pediu moderação à Casa e encerrou com a frase sobre o mês do cachorro louco que levou o líder do PL a pedir providências à mesa.
Pediu questão de ordem dizendo ter sido chamado de cachorro nas entrelinhas, e a presidência encaminhou o caso à Comissão de Ética. Chamou de “papelão” a rejeição da alteração pedida por Fontana. No horário político, disse que o PT “deve ser extinto”, o que gerou o repúdio de Júlio Bittencourt. Também reconheceu que a informação trazida por Gorete na véspera havia feito o telefone dele ferver.
Questionou o ritmo das internações involuntárias — três em abril, três em agosto — e sustentou que só a internação em grande escala muda a realidade do Pinheirinho. Trouxe a confirmação do líder do governo de que o Centro Pop e a Casa de Passagem sairão do bairro. Retirou de pauta o próprio requerimento sobre a faixa elevada na Centenário e deixou a sessão pelo artigo 99.
Trouxe o custo da internação involuntária — de R$ 19 mil a R$ 20 mil por mês, contra R$ 1,3 mil a R$ 1,6 mil na voluntária — e propôs que a Casa busque recursos em vez de brigar. Relatou o mutirão de limpeza no Cristo Redentor e no Nossa Senhora da Salete feito com a diretoria de meio ambiente. Pediu justificativa de voto no PL 71/2026 alegando falha no painel.
Respondeu à acusação da véspera dizendo que foi ele quem pediu a vinda do secretário para explicar a PPP, e chamou a insistência no requerimento da rodovia de “vergonha alheia”. Votou contra o requerimento e defendeu que a Casa pare de pessoalizar as divergências. Na Comissão de Ciência e Tecnologia, pediu vista do PL 83/2026.
Repudiou da tribuna a fala de que o PT deveria ser extinto: “desejo vida longa ao PL, porque quero derrotá-los na urna”. Contestou a atribuição do aumento do uso de drogas a um governo, lembrando o salto do período da pandemia, e respondeu à acusação sobre cartões do Bolsa Família dizendo que indício se denuncia, não se anuncia na tribuna.
O maior protocolador do dia: 17 indicações e quatro requerimentos, quase todos sobre bocas de lobo, repintura viária e recapeamento no Nossa Senhora da Salete e no Mina Brasil. Teve aprovada sua lei sobre a divulgação da manobra de Heimlich. Levou vídeo ao plenário mostrando armações da Praça do Congresso com um parafuso onde caberiam quatro, e questionou por que a Cosip não troca lâmpada queimada sem protocolo.
Pediu a tribuna livre para a Associação Criciúma de Futsal e contou a origem do time adulto, que ajudou a criar quando presidia a Fundação Municipal de Esportes. Conduziu a sessão mais tensa do período e deu a decisão sobre a questão de ordem do decoro: sem nome citado, não há quebra, mas o caso pode seguir por escrito à Comissão de Ética.
Viu aprovado o PL 71/2026, que institui o Programa Municipal de Educação Ambiental e Reciclagem nas escolas públicas, projeto que assina com Anequésselen Bitencourt Fortunato e que nasceu de visitas a escolas da Grande Santa Luzia. Agradeceu por questão de ordem os votos dos colegas.
Defendeu o projeto de educação ambiental lembrando que, como secretário de Educação, implantou a conscientização nas 62 escolas do município, e citou a audiência sobre a indústria do plástico realizada em São Ludgero. No horário político, pediu voto em candidatos da região: “vamos votar em gente de Criciúma e gente de Santa Catarina”.
Abriu o horário político com um apelo por respeito no processo eleitoral: disse que pedirá voto sem desmerecer adversários e desejou sucesso a candidatos de todos os partidos. Contribuiu com o requerimento das lâmpadas lembrando que a troca em horário noturno custa três vezes mais ao município. Retirou-se da sessão pelo artigo 99.
Declinou do horário político e não fez uso da palavra. Consta como presente no registro da sessão.
Declinou do horário político. Na Comissão de Ciência e Tecnologia relatou duas das cinco matérias da pauta — a correção de metragem do PE 39/2026 e a alteração de zoneamento do PLC-EXE 13/2026 —, as duas aprovadas por unanimidade.
Voltou após a ausência justificada da véspera. Consta como presente na sessão e não fez uso da palavra; foi chamado ao horário político da bancada e estava ausente do plenário no momento.
Falou na tribuna livre sobre a ACF, projeto que acompanhou quando presidia a Fundação Municipal de Esportes em 2019, e creditou o resultado a quem veio antes e depois dele. Teve quatro requerimentos aprovados, entre eles o dos parquímetros fechados do rotativo e o da atualização do Portal de Transparência das escolas, sem dados novos desde agosto de 2025. Deixou a sessão pelo artigo 99 e consta com ausência justificada.
Ausência justificada, lida no expediente. Não esteve na sessão em que sua afirmação da véspera sobre o Centro Pop foi contestada em plenário, e havia prometido trazer neste dia o número da lei federal que citou. Protocolou a indicação 452/2026, sobre a pavimentação da Rodovia Pedro Manoel Pereira, no Demboski.