Criciúma

Fofoca Política · Câmara Municipal de Criciúma

4 de agosto de 2026

Câmara derruba um requerimento pela primeira vez no ano, e o líder do governo é acusado de chamar colegas de cachorro

Fontana pediu informações sobre uma rodovia que fica em Içara, não em Criciúma. Tentou corrigir o próprio requerimento no plenário e teve a correção rejeitada; o requerimento caiu por 11 votos. No meio do caminho, uma frase do líder do governo sobre o mês do cachorro louco levou o líder do PL a pedir providências, e a presidência encaminhou o caso à Comissão de Ética. A sessão começara com três discursos pedindo civilidade na eleição.

sessões
2
vereadores presentes
14
matérias em pauta
92
de gravação
2h22

O que importou

Os assuntos do dia

01

Requerimento de Fontana sobre a Rodovia Jorge Zanatta é rejeitado por 11 votos, depois de o plenário negar a ele o direito de corrigir o próprio texto

A rodovia fica em Içara. O vereador reconheceu o erro da tribuna, pediu para trocá-la por duas rodovias de Criciúma e a alteração foi derrubada antes do mérito.

  • 11votos que rejeitaram o requerimento
  • 3rodovias no anel viário citado
  • rejeitadaa correção pedida pelo próprio autor

O requerimento 494/2026 pedia informações sobre os buracos da Rodovia Jorge Zanatta. Fontana explicou que faz aquele trajeto quase todo dia e que as três rodovias do contorno — Otávio da Sole, Antônio Daros e Jorge Zanatta — se emendam uma na outra. Reconheceu o erro sem rodeio: ligou para a prefeita de Içara, que se comprometeu a resolver o trecho. “Eu erro, admito. Mas eu erro para tentar acertar.”

Marcos Machado, líder do governo, disse que esperava que o autor tivesse retirado o texto de pauta no começo da sessão e orientou a base a votar contra: “a Jorge Zanatta não é no perímetro urbano de Criciúma. Ponto. Qualquer argumento contrário a isso é fake news”. Chamou o episódio de “quinta série” e de imaturidade.

Fontana então pediu questão de ordem para substituir a Jorge Zanatta pelas rodovias Otávio da Sole e Antônio Daros, as duas dentro de Criciúma. A alteração foi rejeitada. Obadias Benones classificou a manobra como inédita: “eu nunca vi em câmara nenhuma a rejeição de uma alteração legítima de um vereador. Eu vi papelão da tua parte, ô líder”. Toninho da Figueira defendeu o colega: “atire a primeira pedra quem nunca errou”.

Aldinei Potelecki fechou pelo lado oposto — “o pior da vergonha alheia não é o mico inicial, é ver colegas dobrando a aposta” — e anunciou voto contrário, dizendo que não se sentia à vontade para votar um requerimento sobre uma rua de Içara. O requerimento caiu por 11 votos. Na mesma sessão, os outros nove requerimentos em pauta passaram por unanimidade, inclusive dois do próprio Fontana.

Ver o debate no vídeo (1h29)
02

Prefeitura anuncia três internações involuntárias e Marlon Zappelini responde que foram as mesmas três de abril

Três meses entre um anúncio e outro, sempre três pessoas. O vereador desconfia que o município mantém apenas três vagas. Tia Cid trouxe o preço: cerca de R$ 20 mil por mês, contra R$ 1,6 mil na internação voluntária.

  • 3 em 3 mesesritmo das internações involuntárias
  • R$ 20 milcusto mensal por internação involuntária
  • 70 a 80usuários de crack no Pinheirinho

Marlon Zappelini abriu o horário político com a notícia publicada naquela manhã: a prefeitura realizou três internações involuntárias de pessoas em situação de rua. Ele lembrou que em 29 de abril foram também três. “De abril até hoje, três meses se passaram e ocorreram três internações. Isso é uma gota no meio do oceano.” E levantou a suspeita: que o município mantenha apenas três vagas contratadas e interne três sempre que elas vagam.

Tia Cid trouxe o número que faltava, atribuído ao secretário de Saúde David Freitas: a internação voluntária custa de R$ 1.300 a R$ 1.600 por mês; a involuntária, de R$ 19 mil a R$ 20 mil. E propôs uma saída em vez de uma briga — que os vereadores, de situação e oposição, busquem recursos para ampliar as vagas.

Aldinei Potelecki creditou o resultado ao governo: “nós ontem cobramos aqui e, enquanto discutíamos, o governo estava trabalhando”. Júlio Bittencourt já havia lembrado, na véspera, que a decisão de internar é clínica e não administrativa, e voltou ao ponto dizendo que quem tem dinheiro é tratado por equipe multiprofissional e quem não tem vai para comunidade terapêutica.

Marlon também trouxe o desfecho do impasse do dia anterior: disse que o líder do governo lhe confirmou que a Casa de Passagem e o Centro Pop sairão mesmo do Pinheirinho, e concluiu que Gorete Boaroli teria se equivocado ao afirmar que uma lei federal impedia a mudança. A vereadora não estava na sessão — teve ausência justificada — e não pôde responder.

Ver a fala no vídeo (52min)
03

“O senhor já vacinou o Granfino?”: frase do líder do governo termina em pedido de providências e encaminhamento à Comissão de Ética

Marcos Machado encerrou o discurso lembrando que agosto é o mês do cachorro louco e perguntou ao governador, pelo nome do cachorro dele, se já o vacinou. Obadias Benones entendeu a mensagem como dirigida a ele.

  • 0nomes de vereadores citados, segundo a mesa
  • art. 99usado três vezes para deixar a sessão

O discurso de Marcos Machado tinha sido, até ali, um apelo à moderação. Ele apresentou dois processos parados no estado — o asfalto da Rodovia Antônio Daros, de R$ 6,2 milhões, e o da Otávio da Sole, de R$ 11,1 milhões, ambos aguardando licitação —, citou Ulysses Guimarães sobre não fazer política com o fígado e Provérbios 26 sobre a lenha que alimenta o fogo. Pediu que a Casa medisse os passos “para não criar o desconforto que estamos vivendo no último mês”.

E fechou assim: “governador Jorginho Melo, nós estamos no mês de agosto, o mês do cachorro louco. O senhor já vacinou o Granfino? É importante vacinar os seus cachorros contra a raiva”.

Obadias Benones pediu questão de ordem: “ele me chamou de cachorro nas entrelinhas, me senti ofendido”. A presidência suspendeu a discussão e, mais tarde, deu a decisão formal — não houve descumprimento de decoro porque nenhum nome de vereador foi citado; o vereador que se sentiu ofendido deve encaminhar o pedido por escrito à presidência, que remete à Comissão de Ética.

Aldinei Potelecki, o orador seguinte, tentou baixar a temperatura e respondeu ao que ouvira na véspera: disse que ele próprio havia pedido a vinda do secretário para explicar a PPP, que ele veio “com maestria” e que era ele, Potelecki, quem cobrava a reunião — não uma armação para queimar ninguém. “Divergir de ideias é saudável. Pessoalizar não cabe.”

Ver a fala no vídeo (1h16)
04

Na primeira sessão do período eleitoral, três vereadores pediram civilidade e um disse que o partido do colega deveria ser extinto

Amaral Bittencourt desejou sucesso a todos os candidatos, Tia Cid citou Tiago 1:19 e Obadias Benones afirmou que o PT “deve ser extinto”. Júlio Bittencourt subiu para repudiar.

  • 1:19versículo de Tiago citado da tribuna
  • 1 mêsde mandato de Júlio Bittencourt

Amaral Bittencourt abriu o horário político dizendo que teria “o maior cuidado e comportamento” para não desmerecer candidatos de outros partidos: “eu vou pedir voto, mas em nenhum momento quero magoar os meus colegas de trabalho lá na rua”. Tia Cid citou Tiago 1:19 — “seja pronto para ouvir e tardio para falar” — e avisou: “se não conseguir manter a calma, depois só resta pedir desculpa”.

Obadias Benones, ao falar sobre a chapa majoritária do próprio partido, disse do PT: “não votei, nunca votarei; é um partido que para mim deve ser extinto”, ressalvando respeito pessoal à ex-colega de bancada. Ele deixou o plenário logo depois.

Júlio Bittencourt subiu à tribuna lamentando que o colega já não estivesse presente: “manifesto o meu mais profundo repúdio a essa fala. Eu desejo vida longa ao PL, porque eu quero derrotá-los na urna”. Está há pouco mais de um mês no mandato e é o único vereador do PT na Casa.

Ele também respondeu ao que Marlon dissera na véspera sobre cartões do Bolsa Família em mãos de terceiros: se há indício, o caminho é a denúncia formal, não a tribuna. E lembrou que o programa é reconhecido por adversários políticos do governo federal.

Ver o repúdio no vídeo (1h09)
05

Tribuna livre: a associação que tirou Criciúma de 20 anos sem futsal de elite apresenta as contas do projeto

Mais de 160 atletas, nove imóveis alugados para alojamento e 15 jogadores revelados hoje no exterior. O presidente da ACF fez questão de dizer que não recebe nada do projeto.

  • 15atletas revelados jogando no exterior
  • lugar no Campeonato Brasileiro de 2025
  • 20 anossem futsal de elite na cidade antes disso

Márcio Rodrigo Fernandes, presidente da Associação Criciúma de Futsal, começou pelo que costuma ficar de fora: disse que é voluntário, que vive da empresa de contabilidade da família e que não tem participação nas receitas da associação. “O termo associação por si só já está prostituído. As pessoas franzem a testa.”

Os números que apresentou: mais de 160 atletas atendidos, cerca de 40 alojados em nove imóveis alugados pela associação, alimentação diária por permuta com parceiros, bolsa integral de estudo para todos os atletas, 15 jogadores revelados atuando no exterior, nove na Liga Nacional, cinco em seleções e um eleito duas vezes o melhor do mundo. Em 2025, nono lugar no Campeonato Brasileiro e vice-campeonato nos Jogos Abertos, o primeiro pódio da cidade na modalidade em 13 anos.

O presidente da Câmara, Neto Uggioni, que pediu a tribuna livre, contou a origem do time adulto e explicou, sem ser perguntado, por que apoia determinados deputados: “desde 2023 esses deputados me ajudaram com o futsal botando dinheiro. Tem como trair? Tem que ter lealdade, gratidão e vergonha na cara”. Nícola Martins, presidente da Fundação Municipal de Esportes em 2019, disse que o mérito é coletivo e elogiou a biblioteca de vestiário do projeto.

Toninho da Figueira deslocou a conversa para o que acontece com quem não chega ao clube: disse que o presídio da Santa Augusta, com capacidade para 300 a 400 presos, abriga mais de mil, quase todos jovens. “Todos os dias eu recebo uma mãe me pedindo para ajudar a botar o filho para trabalhar. Uma vida vale mais que o mundo inteiro, ainda mais quando se fala de um jovem.”

Ver a apresentação no vídeo (5min)

Placar

Como ficaram as votações

  • Ordem do Dia: três projetos aprovados, nenhum rejeitado

    PL 71/2026, de Neri Xavier e Anequésselen Bitencourt Fortunato, cria o Programa Municipal de Educação Ambiental e Reciclagem nas escolas da rede pública — o painel registrou uma abstenção e Tia Cid pediu justificativa de voto alegando falha do computador. PL 72/2026, de Toninho da Figueira, sobre a divulgação da manobra de Heimlich, e o PLC-EXE 12/2026, de zoneamento, em primeira discussão, passaram por unanimidade.

  • Requerimento 494/2026 rejeitado por 11 votos

    É o único requerimento derrubado nas sessões cobertas até aqui. Antes da votação do mérito, o plenário também rejeitou a alteração proposta pelo próprio autor, que trocaria a rodovia de Içara por duas de Criciúma. Todos os demais requerimentos do dia foram aprovados por unanimidade.

  • Marlon Zappelini retirou o próprio requerimento de pauta

    O requerimento 497/2026, sobre faixa elevada em frente à Livraria Leila, na Avenida Centenário, foi retirado a pedido do autor, que em seguida deixou a sessão por questão de ordem amparada no artigo 99. Nícola Martins e Amaral Bittencourt também se retiraram pelo mesmo dispositivo.

  • Pedido de vista trava o projeto dos pontos críticos de trânsito

    Na Comissão de Ciência e Tecnologia, Aldinei Potelecki pediu vista do PL 83/2026, de Toninho da Figueira, que institui a política de identificação de pontos críticos de sinistros de trânsito. As outras quatro matérias da pauta — PE 37, PE 38, PE 39 e PLC-EXE 13 — foram aprovadas por unanimidade.

  • O que a Câmara não publicou sobre este dia

    A Comissão de Obras e a Comissão de Fiscalização, Controle e Orçamento aparecem na agenda de 4 de agosto sem lista de presenças, sem matérias e sem vídeo publicado, e por isso não entram como fonte deste resumo. A Comissão de Ciência e Tecnologia teve as matérias publicadas, mas não a lista de presenças: as cinco presenças indicadas aqui vêm da chamada feita na gravação. E nenhuma das 87 matérias da 50ª Sessão tinha resultado registrado no portal até o fechamento — as votações descritas aqui vêm do vídeo.

Quem fez o quê

Os 17 vereadores em exercício

Presenças e matérias vêm do registro oficial da Câmara. A descrição da atuação vem das gravações das sessões.

Luiz Carlos Custódio Fontana
Luiz Carlos Custódio Fontana
Presidente da Comissão de Saúde· Rodovias e vigilância sanitária

Teve o primeiro requerimento rejeitado do ano, sobre uma rodovia que fica em Içara, e não conseguiu emplacar a correção que trocaria a via por duas de Criciúma. Assumiu o erro da tribuna e disse que a prefeita vizinha se comprometeu a resolver o trecho. Aprovou outros dois requerimentos: um sobre a demora da vigilância sanitária em liberar alvarás de clínicas e empresas, outro sobre um tele-entulho na calçada da Rua Osvaldo Hulse.

Marcos Soares Machado
Marcos Soares Machado
Líder do governo· Rodovias e decoro

Fez o discurso que orientou a base a derrubar o requerimento da Jorge Zanatta e apresentou os dois processos de asfalto parados no estado: Antônio Daros, R$ 6,2 milhões, e Otávio da Sole, R$ 11,1 milhões. Pediu moderação à Casa e encerrou com a frase sobre o mês do cachorro louco que levou o líder do PL a pedir providências à mesa.

Obadias Benones da Silva
Obadias Benones da Silva
Líder do PL· Decoro e eleição

Pediu questão de ordem dizendo ter sido chamado de cachorro nas entrelinhas, e a presidência encaminhou o caso à Comissão de Ética. Chamou de “papelão” a rejeição da alteração pedida por Fontana. No horário político, disse que o PT “deve ser extinto”, o que gerou o repúdio de Júlio Bittencourt. Também reconheceu que a informação trazida por Gorete na véspera havia feito o telefone dele ferver.

Marlon Zappelini
Marlon Zappelini
Internações involuntárias

Questionou o ritmo das internações involuntárias — três em abril, três em agosto — e sustentou que só a internação em grande escala muda a realidade do Pinheirinho. Trouxe a confirmação do líder do governo de que o Centro Pop e a Casa de Passagem sairão do bairro. Retirou de pauta o próprio requerimento sobre a faixa elevada na Centenário e deixou a sessão pelo artigo 99.

Maria Sidnei Costa Goulart
Maria Sidnei Costa Goulart
Mesa Diretora· Custo da internação e mutirões

Trouxe o custo da internação involuntária — de R$ 19 mil a R$ 20 mil por mês, contra R$ 1,3 mil a R$ 1,6 mil na voluntária — e propôs que a Casa busque recursos em vez de brigar. Relatou o mutirão de limpeza no Cristo Redentor e no Nossa Senhora da Salete feito com a diretoria de meio ambiente. Pediu justificativa de voto no PL 71/2026 alegando falha no painel.

Aldinei João Potelecki
Aldinei João Potelecki
Vice-presidente· PPP e moderação

Respondeu à acusação da véspera dizendo que foi ele quem pediu a vinda do secretário para explicar a PPP, e chamou a insistência no requerimento da rodovia de “vergonha alheia”. Votou contra o requerimento e defendeu que a Casa pare de pessoalizar as divergências. Na Comissão de Ciência e Tecnologia, pediu vista do PL 83/2026.

Júlio Cesar Silvano Bittencourt
Júlio Cesar Silvano Bittencourt
Repúdio e política social

Repudiou da tribuna a fala de que o PT deveria ser extinto: “desejo vida longa ao PL, porque quero derrotá-los na urna”. Contestou a atribuição do aumento do uso de drogas a um governo, lembrando o salto do período da pandemia, e respondeu à acusação sobre cartões do Bolsa Família dizendo que indício se denuncia, não se anuncia na tribuna.

Antonio Cordova de Oliveira
Antonio Cordova de Oliveira
Demandas de bairro e juventude

O maior protocolador do dia: 17 indicações e quatro requerimentos, quase todos sobre bocas de lobo, repintura viária e recapeamento no Nossa Senhora da Salete e no Mina Brasil. Teve aprovada sua lei sobre a divulgação da manobra de Heimlich. Levou vídeo ao plenário mostrando armações da Praça do Congresso com um parafuso onde caberiam quatro, e questionou por que a Cosip não troca lâmpada queimada sem protocolo.

Luiz Manoel Alexandre Neto
Luiz Manoel Alexandre Neto
Presidente· Mesa Diretora e esporte

Pediu a tribuna livre para a Associação Criciúma de Futsal e contou a origem do time adulto, que ajudou a criar quando presidia a Fundação Municipal de Esportes. Conduziu a sessão mais tensa do período e deu a decisão sobre a questão de ordem do decoro: sem nome citado, não há quebra, mas o caso pode seguir por escrito à Comissão de Ética.

Neri Xavier dos Santos
Neri Xavier dos Santos
Educação ambiental

Viu aprovado o PL 71/2026, que institui o Programa Municipal de Educação Ambiental e Reciclagem nas escolas públicas, projeto que assina com Anequésselen Bitencourt Fortunato e que nasceu de visitas a escolas da Grande Santa Luzia. Agradeceu por questão de ordem os votos dos colegas.

Valmir Dagostim
Valmir Dagostim
2º Secretário· Reciclagem e eleição

Defendeu o projeto de educação ambiental lembrando que, como secretário de Educação, implantou a conscientização nas 62 escolas do município, e citou a audiência sobre a indústria do plástico realizada em São Ludgero. No horário político, pediu voto em candidatos da região: “vamos votar em gente de Criciúma e gente de Santa Catarina”.

Valdeci Bittencourt
Valdeci Bittencourt
Civilidade eleitoral

Abriu o horário político com um apelo por respeito no processo eleitoral: disse que pedirá voto sem desmerecer adversários e desejou sucesso a candidatos de todos os partidos. Contribuiu com o requerimento das lâmpadas lembrando que a troca em horário noturno custa três vezes mais ao município. Retirou-se da sessão pelo artigo 99.

Antonio Manoel
Antonio Manoel
Sem uso da tribuna

Declinou do horário político e não fez uso da palavra. Consta como presente no registro da sessão.

Declinou do horário político. Na Comissão de Ciência e Tecnologia relatou duas das cinco matérias da pauta — a correção de metragem do PE 39/2026 e a alteração de zoneamento do PLC-EXE 13/2026 —, as duas aprovadas por unanimidade.

Marcio Daros da Luz
Marcio Daros da Luz
Sem uso da tribuna

Voltou após a ausência justificada da véspera. Consta como presente na sessão e não fez uso da palavra; foi chamado ao horário político da bancada e estava ausente do plenário no momento.

Nícola Hilário Martins
Nícola Hilário Martins
Esporte e transparência

Falou na tribuna livre sobre a ACF, projeto que acompanhou quando presidia a Fundação Municipal de Esportes em 2019, e creditou o resultado a quem veio antes e depois dele. Teve quatro requerimentos aprovados, entre eles o dos parquímetros fechados do rotativo e o da atualização do Portal de Transparência das escolas, sem dados novos desde agosto de 2025. Deixou a sessão pelo artigo 99 e consta com ausência justificada.

Gorete Mendes Correa Boaroli
Gorete Mendes Correa Boaroli
Ausência justificada

Ausência justificada, lida no expediente. Não esteve na sessão em que sua afirmação da véspera sobre o Centro Pop foi contestada em plenário, e havia prometido trazer neste dia o número da lei federal que citou. Protocolou a indicação 452/2026, sobre a pavimentação da Rodovia Pedro Manoel Pereira, no Demboski.

Confira você mesmo

As fontes deste resumo

  • Sessão Ordinária

    50ª Sessão Ordinária da 2ª Sessão Legislativa da 20ª Legislatura

    14 presentes · 87 matérias · 02:16:27 de vídeo

  • Ciência e Tecnologia

    24ª Reunião Ordinária da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio, Turismo e do Trabalho

    5 presentes · 5 matérias · 00:05:18 de vídeo

Como este resumo é feito

Presenças, matérias, autorias e resultados são extraídos do portal oficial da Câmara Municipal de Criciúma. As falas vêm das legendas automáticas dos vídeos das sessões, que podem conter erros de transcrição, por isso cada destaque traz o link para o trecho exato da gravação. Fotos dos vereadores e da sessão são do portal da Câmara. Este é um resumo editorial independente e não substitui a ata oficial.

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